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DESCOBRINDO O POVO BRASILEIRO (I): Euclides da Cunha e a brasilidade sertaneja

Augusto C. Buonicore Publicado em 10.08.2018

Essa série de artigos, intitulada Descobrindo o povo brasileiro, procurará desvendar como a questão "O que é o povo brasileiro?" foi respondida pelos principais expoentes da nossa inteligência no início do século XX. No entanto, não se propõe tratar do conjunto do pensamento desses autores e sim analisar suas obras mais importantes, aquelas que tiveram maior impacto e influenciaram decididamente na construção de uma visão sobre a nação brasileira e seu povo. Entre elas estão Os Sertões de Euclides da Cunha, Por que me ufano do meu país de Afonso Celso, Retrato do Brasil de Paulo Prado, Populações meridionais do Brasil de Oliveira Vianna, Casa-Grande e Senzala de Gilberto Freyre e Raízes do Brasil de Sérgio Buarque de Holanda.

Os primeiros anos do século XX não anunciavam grandes perspectivas ao país e seu povo. Por aqui predominavam ideias pseudocientíficas, provindas dos países capitalistas centrais, que advogavam a inferioridade dos povos nãobrancos que habitavam as regiões tropicais.

Essas ideologias racistas e colonialistas serviram de justificativa à dominação europeia e estadunidense sobre os demais povos do mundo. Tornaram-se também funcionais às próprias classes dominantes dos países periféricos.

Essa série de artigos, intitulada Descobrindo o povo brasileiro, procurará desvendar como a questão O que é o povo brasileiro foi respondida pelos principais expoentes da nossa inteligência no início do século XX. No entanto, não se propõe tratar do conjunto do pensamento desses autores e sim analisar suas obras mais importantes, aquelas que tiveram maior impacto e influenciaram decididamente na construção de uma visão sobre a nação brasileira e seu povo. Entre elas estão Os Sertões de Euclides da Cunha, Por que me ufano do meu país de Afonso Celso, Retrato do Brasil de Paulo Prado, Populações meridionais do Brasil de Oliveira Vianna, Casa-Grande e Senzala de Gilberto Freyre e Raízes do Brasil de Sérgio Buarque de Holanda. Também não trataremos, neste primeiro momento, das interpretações marxistas que ainda davam seus primeiros passos no início do século passado.

Os sertões

 
(Foto: - Crianças e mulheres de Canudos prisioneiras do Exército. Foram as poucas que sobreviveram.)

Os Sertões é, sem dúvida, o grande livro do início do século XX. Nele é forte a preocupação em desvendar o que sejam a nação e o povo brasileiros. Euclides compôs sua monumental obra num ambiente marcado pelo domínio de teorias preconceituosas, como certos determinismos (geográfico e biológico), e as incorporou imaginando poderem ser instrumentos úteis na compreensãodo país e, por isso, ajudar a colocá-lo na senda do progresso.

Entre 1902 e 1905, o livro teve três edições com uma tiragem de dois mil exemplares cada – algo bastante expressivo para o Brasil daquela época. Menos de um ano depois do lançamento, o autor foi indicado membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB) e assumiu uma cadeira na Academia Brasileira de Letras (ABL). Estaseram as maiores consagrações que um intelectual brasileiro poderia receber.

Nos últimos anos do século XIX, Euclides era um republicano radical – embora começasse a se decepcionar com os caminhos trilhados pelo novo regime cada vez mais oligárquico. Foi nesta condição que tomou conhecimento dos choques armados ocorridos no distante sertão baiano. Conflitos iniciados em novembro de 1896.

Um povoado inteiro, tomado por jagunços e dirigido por um fanático religioso, se levantara contra a República e,diziam,pretendia restaurar a monarquia. Assim chegaram as primeiras notícias da Guerra de Canudos – a primeira grande tragédia da nossa história republicana. No seu auge, viviam no arraial comandado por Antônio Conselheiro aproximadamente 25 mil pessoas. Já era, em número de habitantes, a segunda cidade da Bahia.

Políticos e oficiais de inspiração jacobina fizeram da destruição do suposto foco monarquista sua nova bandeira de luta. As notícias das sucessivas derrotas militares, inclusive da Terceira Campanha comandada pelo coronel Moreira César – florianista e herói dos republicanos –, que morreu em combate, acirraram os ânimos. Corriam boatos – noticiados como fatos pela imprensa – de que monarquistas e potências estrangeiras financiavam o levante sertanejo.

O povo, comandado pelos republicanos radicais (jacobinos), tomou as ruas das cidades do Rio de Janeiro e São Paulo dando vivas à República e morras ao Conselheiro e aos monarquistas. Jornais foram empastelados e houve agressões e mortes de opositores ao regime recém-instalado.

Euclides não participou desses atos violentos – condenando-os duramente –, mas deu sua contribuição ao clima intolerante da época ao escrever – entre março e julho de 1897 – dois artigos intitulados Nossa Vendeia. Esta região havia sido um foco da resistência monárquico-absolutista durante a Revolução Francesa. Ali os camponeses, açulados pelo clero e a nobreza feudal, combateram ferozmente a jovem República democrática. Naquele ambiente conturbado, a analogia euclidiana – embora descabida – conduziu a uma radicalização maior das forças republicanas.

Em agosto de 1897, embandeirado no seu republicanismo ingênuo, Euclides da Cunha seguiu para Canudos como enviado especial do jornal Província de São Paulo (pai do atual O Estado de S. Paulo). Ele faria a cobertura da última campanha militar montada para esmagar os rebeldes sertanejos, vingar Moreira César e salvar a República ameaçada. Os fatos que presenciou, no entanto, mudariam profundamente sua maneira de ver o país, colocando-o em contradição com suas próprias convicções. Euclides a partir daí seria um homem cindido, e sua obra magna refletiria estas contradições.

 

Na primeira anotação de seu Diário de Uma Expedição, base para a redação d’Os Sertões, não escondia sua visão sobre a República e Canudos. Escreveu ele: “Em breve pisaremos o solo onde a República vai dar com segurança o último combate aos que a perturbam (...). Que nossa Vendeia se embuce num largo manto tenebroso de nuvens, avultando além como a sombra de uma emboscada entre os deslumbramentos do grande dia tropical que nos alenta. Rompê-lo-á, breve, a fulguração da metralha, envolta no cintilar vivíssimo das espadas ... A República é imortal!”.

No entanto, logo nos primeiros dias, começou a ter contato com a dura realidade. O conceituado Coronel Carlos Teles declarou à imprensa que não acreditava existir na ação dos sertanejos fins restauradores (monárquicos) e nem influência de pessoas estranhas ou estrangeiras, como afirmava a imprensa do Sul do país. Concluiu, afirmando “adulterar a verdade para encarecer Canudos, é alarmar o espírito público, e a isto não me presto”.

Euclides, pouco a pouco, mudou o seu tom belicoso antiCanudos: “Quando voltarem vitoriosas as forças que ora convergem aqui – completemos a vitória. Que pelas estradas, ora abertas à passagem dos batalhões gloriosos, que por essas estradas amanhã silenciosas e desertas siga depois da luta, modestamente, um herói anônimo sem triunfos ruidosos, mas que será (...) o verdadeiro vencedor: O mestre escola”. Quase no final da luta, já se referia à “coragem estoica e incoercível” e ao “heroísmo soberano e forte dos nossos rudes patrícios transviados” e concluía: “cada vez mais, acredito que a mais bela vitória, a conquista real consistirá em incorporá-los, amanhã, em breve, definitivamente, à nossa existência política”. O fato é que sobre as cinzas de Canudos não haveria mais lugar para mestres-escolas e nem a constituição de cidadãos integrais.

Terminado o conflito, Euclides voltou a exercer a função de engenheiro, conseguindo algum tempo livre para escrever sua grande obra. Os Sertões seria publicado em 1902, cinco anos após a trágica destruição de Canudos. Escreveu o historiador comunista Nelson Werneck Sodré: “Não são apenas diferenças de qualidade, de um rascunho para um livro. Há outras, mais importantes. Euclides da Cunha fora a Canudos com uma ideia a respeito do problema. Sua profunda honestidade lhe fez ver que a posição antiga era falsa – por isso na volta da Bahia é outro homem”. Embora, continuou Werneck Sodré, ainda não tivesse conseguido se libertar da “ideologia do colonialismo” predominante na época.

A própria construção da obra refletia suas concepções marcadas pelo determinismo geográfico e biológico. Por isso foi dividida em três partes distintas: 1ª A terra, 2ª O Homem e 3ª A luta. Para Euclides, como para a quase totalidade da intelectualidade brasileira, uma sociedade somente poderia ser compreendida pela articulação de dois fatores: o meio geográfico e a raça.

Trataremos aqui apenas das duas últimas partes: O Homem e A Luta. No livro Euclides da Cunha não escondeu seu preconceito em relação à maioria do povo brasileiro, composta de mestiços. Escreveu ele: “A mistura de raças muito diversas é, na maioria dos casos, prejudicial. Ante as conclusões do evolucionismo, ainda quando reaja sobre o produto o influxo de uma raça superior, desponta vivíssimo estigma da inferior. A mestiçagem extremada é um retrocesso (...). De sorte que o mestiço (...) é, quase sempre, um desequilibrado (...). Mas o desequilíbrio nervoso, em tal caso, é incurável: não há terapêutica para esse embate de tendências antagonistas, de raças repentinamente aproximadas, fundidas num organismo isolado”. E mais: “o mestiço mulato, mameluco ou cafuzo menos que um intermediário, é um decaído, sem energia física dos ascendentes selvagens, sem a altitude intelectual dos ancestrais superiores”. Para ele “toda a sutileza dos missionários” teria “sido impotente para aperfeiçoar o espírito selvagem às mais simples concepções de um estado mental superior” e que não haveria esforço que conseguisse fazer o africano aproximar-se “sequer do nível intelectual médio do indo-europeu”. As razões disso é que seriam “invioláveis as leis do desenvolvimento das espécies”. Revelava-se aqui uma das facetas mais nefastas do darwinismo social. Isto tudo era socialmente aceito num país em que as principais cabeças pensantes eram negros (ou mestiços), como Machado de Assis, Cruz e Souza e Lima Barreto.

Na nota preliminar ele ainda afirmou: “A civilização avançará nos sertões impelida por essa implacável ‘força motriz da História’ que Gumplowics, maior que Hobbes, lobrigou, num lance genial, no esmagamento inevitável das raças fracas pelas raças fortes”. Para ele o que ocorria no interior dos sertões da Bahia não era uma luta de classes e sim de raças: raças inferiores versus raças superiores.

Mas, os fatos observados diariamente por Euclides depunham contra suas teses iniciais. Abria-se uma contradição insolúvel que irá deixar marcas profundas em sua obra magna. O que viu em Canudos não foi uma sub-raça fraca e submissa e sim um grupo de sertanejo enfrentar poderosa força militar com um heroísmo impar. Viu os soldados da República desertando enquanto os homens e mulheres de Conselheiro lutavam até a morte, sem se render. Pela lógica racial predominante, isso só poderia ser realizado por uma raça superior.

Para ser consequente com a sua “teoria racial”, os sertanejos deveriam deixar de ser simples mestiços e tornar-se uma “raça histórica”, ainda que em formação. Assim, em certo momento, o “arraial maldito” se transformou numa “Troia de taipa” e a evolução do sertanejo “por mais demorada que esteja destinada a ser, tem agora, a garantia de um tipo fisicamente constituído e forte. Aquela raça cruzada surge autônoma e, de algum modo, original, transfigurando, pela própria combinação, todos os atributos herdados; de sorte que, despeada afinal da existência selvagem, pode alcançar a vida civilizada por isto menos que não a atingiu de repente”. Para ele o isolamento, que durou muitos séculos, teria tido uma função benéfica. Contudo, ao final, tem uma recaída num certo biologismo racista: “A fusão entre eles operou-se em circunstâncias mais compatíveis com os elementos inferiores. O fator étnico preeminente (a raça branca) transmitindo-lhes as tendências civilizadoras não lhes impôs a civilização”.

A frase de Euclídes mais conhecida é “O sertanejo é, antes de tudo, um forte”. Mas o seu complemento é menos conhecido e revela as contradições do autor. Para ele o sertanejo não teria “o raquistismo exaustivo dos mestiços neurastênicos do litoral”. A raça sertaneja – nunca bem definida – seria potencialmente nossa raça histórica e a grande possibilidade de nos completar enquanto nação. “A uniformidade”, escreveu ele, “é impressionante. O sertanejo do norte é, inegavelmente, o tipo de uma subcategoria étnica já constituída”.

Mas a ideia de uma homogeneidade étnico-racial do sertanejo não é real e acaba sendo desmentida pelos relatos das batalhas – na descrição feitas dos combatentes e das vítimas– e pelas lentes dos fotógrafos que documentaram aquela Campanha. O próprio Euclides chegou a escrever, ainda que com forte dose de preconceito, que “os atores, de um e de outro lado, negros, caboclos, brancos e amarelos, traziam intacta, nas faces, a caracterização indelével e multiforme das raças – e só podiam unificar-se sobre a base comum dos instintos inferiores e maus”. Assim “a animalidade primitiva, lentamente expungida pela civilização, ressurge inteiriça”.

Todas as pesquisas indicam que os habitantes de Arraial eram negros, mulatos e cafuzos. Composição bastante comum em outras regiões do país. Assim não existia ali – ou nos sertões nordestinos – uma raça especial de sertanejos. O reconhecimento desse fato inconteste desmonta todas as bases teóricas pseudocientíficas que norteavam a pesquisa de Euclides. O empirismo deveria levá-lo à conclusão de que todos os brasileiros também poderiam ser definidos como “fortes”.

Dante Moreira captou bem a contradição existente no pensamento de Euclides da Cunha, expressa em Os Sertões. Ele apresentaria “duas teorias incompatíveis”, pois de acordo com uma delas “haveria uma luta em que os grupos civilizados esmagariam as ‘sub-raças sertanejas’, obedecendo à lei da luta entre raças; de acordo com a outra já se teria se formado nos sertões do Nordeste uma raça que, depois de estabilizar seu tipo físico, poderia desenvolver-se e constituir-se a futura raça brasileira”.  Duas teses contraditórias entre si e erradas.

Gilberto Freyre, por sua vez, procurou fazer a defesa de Os Sertões. Afirmou o sociólogo pernambucano: “Alega-se, e com razão, que Euclides da Cunha, nos seus ensaios sobre a formação social do Brasil, concede importância exagerada ao problema étnico (...), despreza o sistema monocultor, latifundiário e escravocrata na análise de nossa patologia social; e exalta a importância do processo biológico – a mistura de raça – como fator, ora de valorização, ora de deterioração regional e nacional (...). Mas o certo é que não se extremou em místico de qualquer teoria de superioridade de raça”. Isso é um fato incontestável. Não podemos confundir Euclides da Cunha com alguns de seus contemporâneos, como Nina Rodrigues ou mesmo com Oliveira Vianna.

Euclides como arguto observador da realidade, em choque com o cientista limitado, chegou até a vislumbrar os aspectos positivos da mestiçagem na constituição do sertanejo e ver nela a possibilidade de regeneração do Brasil. A visão inicial negativa sobre os sertanejos se converteu em uma quase apologia de suas qualidades inatas. Aqueles homens e mulheres emergiram no final da narrativa bastante diferentes dos primeiros esboços elaborados por Euclídes. Mas foram vislumbres geniais que não puderam ser desenvolvidos, bloqueados pelas limitações do seu arcabouço teórico.

É assim que Euclides narra os últimos momentos daquelehomérico levante camponês: “Canudos não se rendeu. Exemplo único em toda a História, resistiu ao esgotamento completo. Expugnado palmo a palmo, na precisão integral do termo, caiu ao entardecer, quando caíram os seus últimos defensores, que todos morreram. Eram quatro apenas: um velho, dois homens feitos e uma criança, na frente dos quais rugiam raivosamente cinco mil soldados”.

O massacre dos camponeses também calou fundo na consciência de Euclides da Cunha. “Os soldados impunham invariavelmente à vítima um viva à República, que era poucas vezes satisfeito. Era o prólogo invariável de uma cena cruel. Agarravam-na pelos cabelos (...) francamente exposta a garganta, degolavam-na (...). Tínhamos valentes que ansiavam por essas covardias repugnantes, tácita e explicitamente sancionadas pelos chefes militares”.

A destruição de Canudos, ocorrida em 5 de outubro de 1897, mudou completamente não somente a opinião de Euclides da Cunha, mas também de parte significativa das correntes e personalidades progressistas. Descobriu-se a falsidade de muitas das acusações que levaram à guerra e ao extermínio do Arraial de Canudos. Por trás dos resistentes, não estavam poderosos interesses monarquistas ou de potências estrangeiras, mas apenas fome e miséria. Muitos que conclamaram a destruição do “arraial maldito” se arrependeram amargamente. As reportagens e o livro de Euclides contribuíram muito para a reabilitação dos sertanejos mortos. Com Os Sertões, o Brasil interiorizou-se, criando uma tradição literária e sociológica na qual o sertanejo – ou o homem do interior – passou a ser visto como um símbolo da nacionalidade.

A tragédia daquele acontecimento épico residiu no fato de que aqueles jovens soldados e oficiais que combateram Canudos – dando vivas à República e a Floriano Peixoto –, ao destruírem o arraial de conselheiro, acabaram contribuindo para que a ordem oligárquica, assentada no latifúndio, se estabilizasse e se fortalecesse no Norte-Nordeste do país. O massacre dos sertanejos representou uma derrota para a jovem República e seu projeto de progresso social. Aos soldados não se sucederam os mestres-escolas, e nem os sertanejos passaram a ter uma “existência cívica”, como sonhava Euclides da Cunha. A cidadania republicana levaria quase um século para atingi-los e mesmo assim parcialmente. 

* Este texto compõe o ensaio Descobrindo o povo brasileiro, publicado no livro Marxismo, história e revolução brasileira: Encontros e desencontros (Editora Anita Garibaldi, 2009).

** Augusto Buonicore é historiador, mestre em Ciência Política pela Unicamp e diretor de publicações da Fundação Maurício Grabois. E autor dos livros Marxismo, história e a revolução brasileira: Encontros e desencontros; Meu Verbo é Lutar: a vida e o pensamento de João Amazonas; e Linhas Vermelhas: marxismo e os dilemas da revolução, publicados pela Fundação Maurício Grabois e Editora Anita Garibaldi.

 

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