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Mais de 50% dos bolivianos querem Evo Morales reeleito na Bolívia

Théa Rodrigues Publicado em 20.08.2014

Aparentemente, as forças opositoras não apresentam riscos à reeleição do presidente Evo Morales na Bolívia. De acordo com o resultado das últimas pesquisas para medir a intensão de voto dos bolivianos, o chefe de Estado conta com mais de 50% do apoio popular.

Evo Morales leva mais de 50% do eleitorado na Bolívia.Evo Morales leva mais de 50% do eleitorado na Bolívia. Há pouco mais de um mês para as eleições presidenciais, Morales segue como favorito e mantém ampla vantagem em relação ao segundo lugar. Três enquetes, aplicadas por diferentes empresas, indicam a vitória do candidato oficialista.

O instituto Ipsos perguntou para três mil pessoas nos 9 departamentos (estados) do país: “Se as eleições para eleger o presidente da Bolívia fossem neste domingo, por qual candidato você votaria?”. O resultado da enquete, encomendada pelo jornal La Razón, revela que 59% dos entrevistados preferem Evo Morales.

Por sua vez, Captura Consulting, que difundiu seu estudo na revista Poder y Placer, situa o governante com 50,2%; enquanto a mais recente medição da Equipos Mori, publicada pelo diário El Deber, lhe dá 52% de preferência.

Da mesma forma, as três pesquisas indicam que o aspirante à presidência pela aliança opositora Unidade Demócrata (UD), Samuel Doria Medina, segue na segunda posição com 18%; 24,4% e 15%, respectivamente. Números que não fazem frente à popularidade de Morales.

O indígena, de descendência Aymará, chegou à presidência da Bolívia em 2006, através do partido Movimento ao Socialismo (MAS), com um triunfo de 54% nas urnas – um número histórico de aceitação até então. Posteriormente, após a aprovação da nova Constituição, em 2009, ele foi reeleito com 64% dos votos para o período 2010-2015.

A política implementada por Evo Morales no país alcançou números surpreendentes em relação à economia, redução da pobreza e desenvolvimento. Em 2014, segundo a Cepal, a Bolívia é o país que mais deve crescer na América do Sul (5,5%) e isso é um reflexo da acertada nacionalização dos hidrocarbonetos provida pelo presidente já em seu primeiro ano de governo.

Da redação do Portal Vermelho, com informações do La Razón e da Telesur